quarta-feira, 29 de junho de 2011

Descubra a sua Personalidade

Ahh, eu admito, adoro uma leitura de personalidade, um teste. Hoje, enquanto dava uma olhada no site da Super Interessante, eu vi uma matéria sobre Personalidade e, ligada a esta, tantas outras. Daí fiz o serviço completo, li tudo e me identifiquei com o que falaram sobre o que seria a minha personalidade. Clique aqui para descobrir um pouco mais sobre você mesmo.

O que descobri, ou confirmei, sobre a minha personalidade em uma das matérias:
-  Não tem atitudes compulsivas – como gastar os tubos no cartão de crédito quando sai às compras. E liga para o que as pessoas pensam sobre você. – Concordo com tudo, ou quase, pois umazinha vez me passei nas compras.

Este testezinho é bem interessante, acho que não errou muito também não. Recomendo que deem uma passada no site da Super e deem uma olhada nessas matérias. Para fazer o teste abaixo, clique aqui. 



domingo, 26 de junho de 2011

O Fim de Uma Era: Adeus Orkut!

Foi rápido, foi breve, quando eu vi, já tinha passado. Veio assim como um espirro, eu estava ali, do nada senti a necessidade e BUM, tudo aconteceu e logo passou, logo virou passado. Sentir, sim, eu senti primeiro uma necessidade enorme de fazê-lo, depois senti mais quando o fiz, e, por final, um alivio, sensação boa de liberdade.
O que aconteceu afinal de contas, eu deletei o meu Orkut. Sim, eu cometi o tal do Orkuticidio... foi difícil, mas a ideias já estava na minha mente há muito tempo. Primeiramente eu entrei nele, dei uma olhada nas minhas fotos, nos comentários. Há tanta história ali, tantos comentários legais dos amigos queridos, comentários que marcam os momentos da minha vida em que foram deixados. Depois eu copiei todos os Depoimentos, o primeiro deles foi deixado pela minha tia Anita no dia 3 de Junho de 2005, o último, no dia 13 de Maio deste ano por uma colega. Foram então, quase seis anos de depoimentos sendo deixados para mim e de mim para os outros.
O Orkut teve as suas fases, fase de coleção de amigos, coleção de comunidades, escrever e responder a depoimentos, no inicio falávamos daquela pessoa, o quanto gostávamos dela ou o que ela era para nós. Depois veio a fase de competir quem tinha o depoimento no topo da lista de depoimentos dos amigos "o topo é meu!!", ou mandar os tais com informações pessoais, fofocas, esses sempre começaram com a seguinte frase “NÃO ACEITA!!!!”.  Melhor nem falar sobre WebNovelas e jogos de comunidades. Depois vieram os extras, os joguinhos como o JokeBox e BodyPoke, todos se “pokeando”, tendo os seus bonequinhos personalizados, mudando de roupa conforme a moda e a estação do ano, junto com isso vieram os comentários nas fotos, grande diversão da galera por um longo tempo. Essas foram as últimas fases que eu peguei, migrei totalmente para o Facebook em 2010, já o usava desde 2008, agora é só o Face. Quando o Orkut começou a imitar o face colocando aqueles outros jogo tipo “Fazendinha Feliz”  e afins eu já nem o utilizava mais, só postava fotos das minhas viagens para o pessoal no Brasil poder ver.
Hoje então eu dei adeus para o meu companheiro de seis anos, ainda lembro de quem me mandou o convite por e-mail, pessoa que já não é minha amiga ali há anos. Tenho como objetivo me desligar um pouco do computador e me ligar mais, digamos assim, à vida real, me ligar mais aos estudos e aos esportes, quero voltar a praticar vôlei e voltei a correr.O face eu realmente não deleto por n motivos, um deles, meus contatos internacionais que estão somente lá.
 Beijo, Orkut, te cuida e fica com os que ficam contigo. Admito que sentirei falta dos teus dias de glória. 


Minhas outras vidas

Eu olho para aquelas fotos antigas. Não parece que eu tinha passado, mas parece que aquilo foi outra, outras, vidas. Até onde a minha lembrança chega,  nas minhas fotos de bebe não vejo nada além de um tempo que me dizem ter acontecido, fatos que vivi mas não estão presentes nas minhas lembranças, estes não contam.
Quando vejo as fotos da praia, por exemplo, era tudo uma realidade tão diferente. Eu era diferente, obviamente, pequena, gorducha, cabelinhos lisos e ruivos, com franjinha. Eu não sabia ler, mas sabia cantar as músicas dos Mamonas Assassinas, não entendia os significados daqueles termos estranhos como “sabão crá-crá não deixa o cabelo do saco enrolar”, eu realmente imaginada um monte de cabelo dentro de um saco plástico. Mas parece que aquilo foi outra vida, de tão distante que está.
Assim como algo mais recente, minha viagem pros States por exemplo, aquilo é tudo muito estranho pois parece que não passou de um sonho ou de algo muito muito muito distante (além de todos esses quilômetros que separam Porto Alegre de Washington), como se fosse mesmo, uma outra vida. Algo que vivi e não me pertence mais, não faz mais parte de mim, uma realidade contrária.
Não sei se mais alguém pensa como eu, mas é a impressão que eu tenho. Como diria o meu amigo JP, I am traveling in the Mayonnaise... Só estou pondo em palavras um pouco das minhas bizarrices.. hehe

sábado, 25 de junho de 2011

Coisa de FacebookLovers

Vi a seguinte brincadeira no Facebook e achei interessante. Várias pessoas a estavam fazendo, decidi fazer também, mas diferentemente deles, decidi postar no blog e não no face. 

Instruções:
Usando nomes de músicas apenas de um artista ou grupo, habilmente responder a essas perguntas. Passe para 20 pessoas que você gosta e me inclua. Você não pode usar a banda/artista que eu usei. Tente não repetir os títulos das canções. É muito mais difícil do que você imagina! Responda como "minha vida de acordo com (nome da banda)"

Escolha o seu Artista: Avril Lavigne
Você é homem ou mulher: One of those girls
Descreva-se: Ironic 
Como você se sente: The Best Damn Thing  (:P)
Descreva o local onde você vive atualmente: Near to the Heart of God
Se você pudesse ir a qualquer lugar, onde você iria: Runaway
Sua Forma de Transporte favorita:  Airplanes
Seu melhor amigo: Sk8er Boy
Você e seu melhor amigo são: 4 real
Qual é o clima:  Hot (hahaha)
Hora do dia favorita: No one needs to know
Se sua vida fosse um programa de TV, do que seria chamado:  Black Star
O que é vida para você:  Complicated
Você sorri quando: I am with you
Você chora quando: When You’re Gonne
Seu relacionamento: Who Knows
Qual é o melhor conselho que você tem pra dar:  Keep Holding On
Pensamento do Dia: Nobody's Home
Meu lema: I Always Get What I want

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Pela Janela

Você já parou pra pensar o que o seu vizinho faz neste exato momento? 

Eu, que moro em apartamento e, da minha janela vejo tantas outras, sempre penso nisso. Neste momento estou sentada na sacada a imaginar o que se passa no apartamento de parede vermelha do prédio à minha direita, vejo sombras para lá e para cá. Tenho especial atração por aquele apartamento, não sei se porque ali tem uma parede de cor vibrante, o que o diferencia dos outros, ou porque é um dos que sempre está com as luzes acesas e com movimento dentro.

Fico a imaginar quantos dos meus vizinhos se sentem sozinhos hoje, assim como eu, ou quantos deles só pensam em ter um minuto de paz e silêncio. Quantos estudam, quantos trabalham ou estão na busca de um emprego. Quantos estão felizes ou tristes. E quantos será, que alguma vez já olharam pela janela e ficaram a pensar sobre seus vizinhos, consequentemente, sobre mim também. Será que já me viram aqui?

Está frio, mas, enrolada na coberta, eu continuo aqui a observar os outros. Quantas crianças será que não estão chorando neste exato momento? Será que algum casal está a brigar? Será que algum está a fazer as pazes? Alguma mãe solteira assistindo a novela e mandando o filho ir para o banho sem grande sucesso? Alguém como eu, que só está a escrever sobre a vida alheia, já que muito também não tem a escrever sobre si? Ou a ler sobre o mundo alheio. Quantos dos meus vizinhos será que sabem o meu nome? Ou já me viram na rua?

A vida continua e a gente esquece esses pensamentos, esquecemos dos nossos vizinhos, das nossas companhias silenciosas (ou não tanto) de todas as noites. Só vemos as luzes acesas, a tv ligada, sombras nas paredes. Entretanto, não os conhecemos, não sabemos nada deles, nem eles sobre nós, se estão felizes ou tristes, isso pouco nos importa na verdade, são só estranhos que habitam o mesmo lugar que nós. 

Será?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Um Post Pessoal

Me perguntaram em um recado aqui no blog como anda a vidinha pós au pair, olha, vai bem, o que posso dizer? Voltei para a realidade? Não, pois a vida que tenho hoje não tem nada a ver com a do primeiro semestre de 2009, tanto que há muitas pessoas que não vejo desde então e coisas que não voltei a fazer. Eu não conseguia imaginar a vida de volta ao Brasil, é tudo muito estranho, e no primeiro mês eu ainda tinha a sensação de que eu poderia voltar para a vida que levava nos EUA a qualquer momento e de que nada mudaria, hoje não. Não me vejo de volta lá, até porque agora eles também estão tendo uma realidade e rotina diferentes, o que eu vivi lá já não existe mais pra nenhuma das partes, eu nunca voltaria a ter a mesma rotina que tinha. Aquele desespero de querer ter os meus amigos aqui comigo também já passou, também já conheci pessoas interessantes aqui e me acostumei a não mais começar a preparar o final de semana na segunda-feira. Acredito já ter começado a trilhar minha, digamos que, nova história por aqui. Então, sei lá, apesar das recaídas, consumistas ou emocionais, eu vou bem, estudando muito e dando umas aulinhas de inglês. Levando a vida devagar preparando o terreno para um futuro melhor que o meu passado. Não, não penso em voltar, só para visitar, matar a saudade dos meus queridos amigos e host family. Sempre penso em dar aquela passadinha básica por DC e São Francisco onde tenho minhas amizades mais especiais e, não posso mentir, também voltar com uma mala cheeeia de coisinhas básicas e essenciais para a minha pessoa.

Fotinhos para ilustrar. =D

Revendo o bom e velho povinho dos tempos de colégio.

aproveitando as amigas no dia dos namorados.

Eu e a minha progenitora no meu aniversário.

Num dos lugares favoritos da minha infância, e praticamente revivendo-a com a minha irmã.

Aproveitando o outro lado de família, papis e mano.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Porão das Desilusões

O termo não é meu, quem falou em Porão das Desilusões foi o meu professor, também colunista do jornal Zero Hora, Cláudio Moreno. Ele, ainda na aula, comentou brevemente sobre as desilusões que sofremos ao longo da vida, começando lá na infância com a grande e inevitável descoberta sobre o Papai Noel até as desilusões que ainda temos ao descobrir verdades.
Após o termino da aula eu fiquei pensando nas desilusões que sofremos e nas coisas que sempre cremos ser de uma maneira, mas aí descobrimos que não é bem por aí. Por exemplo, quando eu era criança, Guaraná e Refrigerante eram, simplesmente, dois nomes diferentes para uma mesma coisa, até que um dia fiquei muito confusa ao descobrir a verdade. Também podemos pensar em desilusões amorosas, que ocorrem ao descobrirmos que tudo aquilo que pensamos ser, na verdade não é, ou talvez desilusão profissional, que pode acontecer ao descobrirmos que  não gostamos do que fazemos. 
Criei então, uma pequena lista das crenças que eu tenho guardadas no meu porão das desilusões.

1 – Até uns 8 anos de idade eu tinha criado o meu próprio mapa mundi, onde Israel (lugar tão comentado nas aulas de Religião da professora Vanda) ficava ali onde hoje eu sei que fica o estado da Flórida. Deixei o mapa emoldurado, pregado atrás da porta do porão.
2 – Guardo também uma miniatura da Xuxa, paquitas e outros personagens que passavam na televisão no início dos anos 90, pois pra mim aquelas pessoas todas não passavam de miniaturas humanas que moravam dentro daquela caixa.
3 – Minha infância também está lá, pois um dia cri que ela era infinita.
4 – Assombrando o porão, está o Fantasma do pelo duro, criatura criada por algum primo muito sem graça da minha mãe para nos assustar quando ainda eramos crianças. Deu certo.
5 – As chiquititas estão lá ocupando o seu espaço. Lembro-me de escrever uma carta para elas, junto com uma amiga de infância, contando para a Carolina as maldades da Marian.
6 – O príncipe encantado tem o seu espaço, fazendo charme para as chiquititas e, com seu heroísmo, enfrentando o fantasma para resgatar a princesa da torre.
7- E para fechar uma grande coleção de crenças, estão os animais místicos, como Unicórnios e cavalos alados. 



E por aí vai se criando um mundo cheio de imaginação e desverdades. E você, já pensou no que nem no seu próprio porão das desilusões?